Postado por
Pris Moraes
Oi, pessoal!
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Como também sofro com o mal das olheiras, a postagem de hoje trará umas dicas para disfarçá-las e não nos deixar parecendo um panda.
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Uma rotina cansativa e/ou noites mal dormidas, acabam nos deixando com semblante cansado e de nada saudável (e piora por conta das olheiras).
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E detalhe, existem também pessoas que têm olheiras normalmente, sem que algo assim aconteça, pois ocorre um acúmulo de melanina sob os olhos, escurecendo a pele.
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Como evitar:
De acordo com dermatologistas, o problema pode ser evitado com medidas simples, como dormir bem, ter uma alimentação saudável, não fumar e não ingerir bebidas alcoólicas. E o conselho de especialistas é usar compressas de água gelada para diminuir o inchaço e a coloração escura nas pálpebras.
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Como é um incomodo enfrentado por algumas mulheres diariamente, e não dá para ficarmos com o rosto enfiado no gelo o dia todo, existem no mercado inúmeros produtos e tratamentos para minimizar o problema.
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Mas, sem dúvida, um dos recursos mais usados é a maquiagem.(!!)
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Como disfarçar bem as olheiras com maquiagem:
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1. Antes de tudo, é preciso escolher a maquiagem correta para cada tipo de olheira. Uma olheira mais clara necessita de um corretivo mais claro que a base, por exemplo. Já para as olheiras mais escuras e profundas, é necessário um corretivo mais amarelado.
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2. Antes ainda de começar a passar o corretivo, deverá ser feita uma limpeza profunda da pele.
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3. Após, vem a maneira de aplicar: É preciso aplicar o corretivo pouco a pouco, em pequenas quantidades e somente na região que deve ser corrigida. Para a fixação do produto, faça isso com leves batidinhas.
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4. Importante: Aplique o produto apenas nas olheiras, sem espalhar o produto ao redor delas. Dessa forma, a pele também não irá ficar mais clara que as olheiras, o que daria no mesmo efeito de olheira, porém mais claro.
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5. Dica: Use o corretivo na pálpebra superior também. Isso irá deixar o olhar mais saudável e atraente.
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6. Depois do corretivo, a base deve ser espalhada uniformemente pelo rosto.
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7. Outro truque que disfarça bastante as olheiras é o lápis de olho, o qual deve ser passado após todos esses passos anteriores. O lápis destaca os olhos, tirando a atenção para a parte onde estão as olheiras.
Retirado do site: Explicaki
*Imagens obtidas no Google Imagens*
Nesse domingo comemoraremos a páscoa. Uma data importante de inúmeras maneiras [seja de forma religiosa, seja para aproveitar um momento de união da família, seja para os pequeninos se divertirem procurando os ovinhos, seja para a felicidade das chocólatras, etc].
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E independente da crença, o que importa é aproveitar o feriado para ficar feliz consigo e com a família… e, quem sabe, chegar na segunda-feira mais animado(a) para enfrentar a semana.
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Aproveitando o tema, que tal saber um pouquinho sobre a história da Páscoa e ao final tem um vídeo fofo que vale a pena assistir:
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As origens do termo:
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O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.
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Entre as civilizações antigas:
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Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março.
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Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
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A Páscoa Judaica:
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Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egito.
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A Páscoa entre os cristãos:
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Esta data celebra a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). Antigamente o festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março).
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A História do coelhinho da Páscoa e os ovos:
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A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
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Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
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A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.
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Já reparou que a relação ” mulher – cabelo – mudanças ” é algo incrível? Quando queremos melhorar a auto estima, dar a volta por cima, na maioria das vezes o cabelo acaba sendo nosso alvo principal, não é mesmo?
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“Causo” : Eu contarei como foi minha experiência de quando resolvi entrar para o time das loiras.
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Eu sempre tive o cabelo bem escuro e depois de uma desilusão amorosa, resolvi ir no melhor terapeuta do planeta, o salão de beleza (Sempre funciona!), mas é importante ressaltar que eu nunca havia mexido muito no cabelo, feito uma super transformação na cor.
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De repente (algumas horas depois) saí do salão com mechas loiras e logo depois, estava voltando ao salão para clareá-lo ainda mais.
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Quando reparei, em pouquíssimo tempo estava loiríssima! E não vou negar que me senti toda linda e fatal!
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Mesmo gastando uma boa grana no salão (retoques, hidratações, alisamentos, tintura) e como nada é 100% maravilhoso quando o assunto é química, o cabelo não aguentou tanta “tortura” [eu o retocava a cada 15 dias] por muito tempo e ficou com o famoso efeito chiclete, além de cair bastante..
O “diagnóstico” do tamanho do problema [ia ficar quase careca!] foi quando fiz o teste de mecha para fazer um alisamento definitivo e meu cabelo esticou e esfarelou na mão do cabeleireiro. Na hora ele falou que eu não poderia mais pintar o cabelo ou fazer química, que teria que fazer sessões de hidratação e cortá-lo. Entrei em desespero!
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Fiz algumas hidratações e quando começou a ficar muito feio ficar com praticamente a metade da cabeça loira e a outra preta, fui a outro salão e pintei o cabelo de preto.
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Não foi a melhor ideia porque o cabelo caiu mais ainda [assumo que fiquei com um cabeção! Na raiz, que crescia, estava meio cheio e no cumprimento do cabelo, que não havia ainda cortado, estava bem ralinho. Derrota!]
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Então, acabei retornando ao salão e cortando os fios na altura dos ombros. E fiquei cortando até o cabelo ‘morto’ não existir mais, levando 2 anos para o cabelo voltar ao normal!
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Encontrei, depois de passar pela situação toda, uma matéria que ensina os melhores tratamentos para usar nesse tipo de situação e que a recuperação demora de cinco meses a um ano [Só para constar, o meu levou 2 anos inteirinhos para se recuperar!].
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