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Reflexão

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1 ano de pandemia

É estranho pensar que há 1 ano vivemos a última semana normal de nossas vidas (ao menos sem um vírus mortal e pouco conhecido).

Ninguém imaginaria que algo assim aconteceria, que de um dia para o outro teríamos que usar máscara, nos afastar das pessoas e lugares, além de ficarmos íntimos do álcool 70 e realizarmos muitas atividades através de vídeo chamadas.

Máscaras cirúrgicas, máscaras de pano, máscaras pff2, camada dupla, camada tripla, camada quadrupla, máscara sobre máscara.
Hospitais lotados, pessoas agonizando e morrendo sem oxigênio, sem leito e famílias sem alguém.
Alta nos preços, desemprego, insegurança política, transporte público lotado.

Mais de 280 mil pessoas morreram em decorrência desse vírus e o número só cresce. Para ter um pouco de noção, esse número corresponde a mais de 1.800 aviões comerciais lotados ou mais de 93 tragédias iguais ao 11 de setembro, que teve quase 3 mil mortos.

Em 1 ano era para todos terem consciência da gravidade do problema que o país e o mundo está enfrentando, e entenderem que é imprescindível seguir as regras (distanciamento social, uso correto da máscara, higienização constante das mãos, evitar tocar os olhos, nariz e boca, higienização dos objetos) para que menos pessoas sejam infectadas e com isso os cientistas tenham tempo para estudar e criar um medicamento realmente eficaz contra esse vírus. Mas, infelizmente, o que vemos é que o vírus da ignorância e egoísmo é maior do que o da Covid, e muitas pessoas continuam se aglomerando, festejando, viajando, indo a restaurantes, eventos… além de não usarem máscara. Juntos, esses vírus continuarão ceifando vidas e será cada vez mais difícil evitá-los.

Jamais pensei que existiria um número tão grande de pessoas que festejam e desejam a morte alheia. Pois é isso, uma vez que uma pessoa infectada pode contaminar várias outras, e não se sabe quem terá sintomas leves, quem terá comprometimento respiratório e quem não resistirá.

Às vezes acho que todos morremos e o Brasil é o purgatório. Não é possível que haja milhares ou milhões de pessoas ignorantes (e sem falar que esse egoísmo fantasiado de ignorância caminha por todas as classes sociais e intelectuais).

Desejo luz para os que partiram e força para todos que perderam alguém.

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Pensando sobre esses meses de pandemia

Esse ano era para ser diferente para mim, pois havia feito promessa na virada de ano de que em 2020 iria me divertir mais, estar com outras pessoas, passear, viajar, viver de forma mais leve.

Como havia feito vários planos, comecei o ano aproveitando o verão e o carnaval, mas se eu soubesse o que estava por vir, teria feito mais.

Uma observação: Após o carnaval eu peguei um mega resfriado, que na época foi útil pois estávamos com problema de geosmina, deixando a água com cheiro e gosto péssimos, mas hoje acredito que possa ter sido covid, pois tive febre, perda total do olfato e paladar por 15 dias. Será?

Trabalhei normalmente na sexta-feira (13 de março) e na segunda-feira (16 de março) eu e todos os demais funcionários da empresa tivemos que trabalhar de forma remota. Imaginamos que a situação atípica duraria uma semana, em seguida pensamos que se estenderia por no máximo 1 mês… Em agosto tive que ir ao local de trabalho e foi um sensação bem estranha. Ainda não sabemos quando retornaremos e essa falta de data me deixa ansiosa.

Falando em ansiedade, desde o final de março convivo com o medo de pegar ou que meus pais peguem o coronavírus, o estresse com o aumento da demanda de trabalho e a falta de noção e empatia das pessoas e o nervoso de ficar trancada em casa. No final do dia, às vezes, nem eu me aguento. Espero que isso acabe e possamos voltar logo a vida normal e presencial.

Esse texto está meio confuso, mas para finalizá-lo, quero dizer 2 coisas. A primeira é que não me senti a vontade para postar resenhas sobre produtos de beleza enquanto o ano está tão diferente e a segunda é uma rápida e óbvia reflexão, a de que é importante estarmos com as pessoas que gostamos (neste momento precisa ser virtualmente) e viver de forma leve e feliz, pois não sabemos se de repente todos os nossos planos serão esfacelados ou mesmo se estaremos aqui para tentar cumprir nossa listinha de ano novo.

Lembre-se use máscara, higienize as mãos, não aglomere (de preferência, fique em casa) e, caso tenha perdido alguém, desejo muita força.

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A grama do vizinho não é a mais verde

A “grama do vizinho” e a sua importância

A postagem de hoje será uma reflexão sobre como enxergamos a vida do outro, aquela que é exposta na internet através das redes sociais.

Comparar-se com outras pessoas é natural, mas perigoso. Inspirar-se em alguém e usar isso para crescer e conquistar o que você almeja é algo positivo, até mesmo incrível; mas trocar a “inspiração” por cobiça ou frustração é algo muito negativo e triste.

Sabe a famosa frase “a grama do vizinho parece mais verde” ? Então, quando apenas vemos o resultado final de algo, sem saber todo o processo que ocorreu antes, acabamos fantasiando o que estamos vendo.

Por exemplo, você acompanha online a vida de alguém que você admira, e pensa: “nossa! que corpo perfeito”, “que casa perfeita”, “que carreira perfeita”, “que família perfeita”, “que vida perfeita”; e a compara com você, com o seu corpo, com a sua vida e fica frustrada por não ser igual e algumas vezes pode vir até a pensar: “a vida de fulana é tão fácil” ou “por que ela tem e eu não?”.

Mas na realidade, você está apenas vendo o que a pessoa quer que você veja, ou seja, nas redes sociais você vê uma pequenina parte da vida daquela pessoa (e não se engane, até quem grava diariamente a sua vida para expor na internet, só mostra o que quer e como quer… afinal, você nunca assistiu um vídeo de 24 hs daquela pessoa que você acompanha, não é mesmo?).

A vida da outra pessoa sempre vai parecer melhor do que a sua quando você se limita a enxergá-la apenas pela foto pronta. Enxergar o outro assim o impede de perceber os pontos negativos, os defeitos e lutas que toda pessoa tem na vida.

Duas redes sociais que fazem muito sucesso são o Instagram e o Snapchat. Uma nos faz ver diariamente belíssimas fotos (lê-se fotos bem pensadas e editadas) de lugares, comidas, coisas e corpos esculturais, e a outra nos dá a falsa sensação de que somos íntimos dos nossos “ídolos” por estarem mais naturais (lê-se com maquiagem leve, e usando uma linguagem mais “intimista”).

Então, algo que você precisa ter em mente é que a vida offline é bem diferente da vida online, afinal, na vida offline (lê-se vida real) não temos filtros, nem programas de edição e nem todo o glamour que acompanha os perfis nas redes sociais.

Não se compare com outra pessoa, você tem qualidades e defeitos como todos, e pode trabalhar para melhorar o que não te agrada (seja algo interno ou externo). E o que não conseguir mudar, aprenda a enxergar de outra maneira. Viva a vida de forma mais leve. Valorize o que você tem e corra atrás para conseguir o que você deseja ter, mas lembre-se que “o essencial é invisível aos olhos”.

#bomdia #paisagem #photografy #instagood #instahappy

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A Numerologia errou com 2016?

Numerologia 2016

O ano de 2016 está no fim, e esse foi um ano marcado pelo aumento de situações ruins. Guerras mais violentas (se isso é possível), atentados, acidentes, violência, economias ruindo, Brasil em colapso (crise na politica, economia, segurança e saúde), relacionamentos sólidos desfeitos…

Até o clima foi diferente esse ano, parece que houve um “atraso” nas estações, e não apenas um pouco mais frio por conta da El Niña.

A sensação que dá é de que a cada ano que passa a humanidade está definhando. Por mais tecnologia que tenhamos, por mais facilidade que tenhamos em nos comunicar… nos afastamos cada vez mais do que nos faz humanos, e nos tornamos seres primitivos, egoístas e sem compaixão, pior do que os demais animais que existem em nosso ecossistema.

Construímos muros cada vez mais altos, e chamamos essas “prisões” de lar. E quando saímos delas, pois precisamos trabalhar, estudar e fazer qualquer outra atividade fora dos muros, não sabemos se voltaremos para nosso local seguro (lar). E quem disse que nossa casa é segura? Bandidos podem invadir, ou mesmo já estarem dentro e sendo chamados de família. Andamos na rua olhando para todos os lados, tentando definir qual rosto é o de um possível ladrão, estuprador e/ou assassino. Duvidamos da boa intenção das pessoas.

Pois é.. quando o ano começou, li em vários sites, blogs, revistas que 2016 seria o ano de mudanças, de fechamento de ciclos. E o ano poderia ser visto como vilão ou mocinho, dependendo apenas de como encaramos as mudanças.

No entanto, apesar do ano ser de alguma forma regido por alguma “força” que nos fizesse encerrar algumas coisas, ainda não seria uma “força” tão mágica… pois o que vemos numa visão mais ampla, é o aumento de coisas ruins que já existiam (violência, miséria, desrespeito… falta de amor pelo próximo…).

Não quero ser uma estraga prazer, falando que numerologia não existe, ou que algo maior do que nós não existe (até porque também tenho a minha fé), mas leia o que constava como resumo para o ano de 2016, e me diga se isso aconteceu:

Resumo de 2016 – Renovação, mudança, transformação, solidariedade, espiritualidade, trabalho voluntario, compaixão, verdades vem a tona, desapego, esperança, oportunidades e fim de ciclos. [Fonte vidaeestilo.terra.com.br]

Simplesmente, esse ano foi pior do que o anterior, que foi pior do que o anterior, que foi pior do que o anterior…
Sabe a frase “uma andorinha só não faz verão”? Não acredito nela! Se cada andorinha quiser ser tão brilhante e alegre quanto o sol, teremos um verão mais longo, mais feliz.

Chega de vivermos nas trevas, no escuro… Se enxergarmos cada situação do cotidiano de maneira leve, sem transformarmos cada problema num bicho de 7 cabeças, seremos mais felizes e contagiaremos outras pessoas.
O mal humor contagia rápido, mas o bom humor também!

Estava pensando sobre o ano, sobre o que a numerologia dizia sobre ele, e precisava escrever sobre isso… Não sei se esse meu texto com reflexão sobre o ano fez algum sentido, mas o que quero dizer para finalizar, é que não importa números, lendas, se você ficará de braços cruzados esperando a vida passar sozinha… indo com a maré… Precisamos é fazer o nosso melhor, de forma leve e transmitindo boas energias.. Pois essa maré está nos levando para um precipício sem fim…

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Ser feliz ou ter razão? Qual você escolhe?

Oi, pessoal!

Sempre vejo pelas redes sociais a frase “Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.” ou a pergunta referente a essa frase, “você prefere ser feliz ou ter razão?”, confesso que não sei ao certo de onde isso surgiu, algumas fontes indicam que seja de uma palestra motivacional, e acredito que seja, pois tem todo o perfil.

Independentemente da fonte, desde que li essa frase eu comecei a me questionar sobre isso, afinal, sempre fui do tipo de pessoa que precisava provar que estava certa, mesmo que na conversa a outra pessoa estivesse irredutível, e mesmo sabendo que seria inevitável a conversa se transformar em discussão, em aborrecimento, em mágoa.

Essa semana, eu encontrei, pela internet, uma historinha sobre “O homem que nunca se irritava” e ela me fez novamente pensar sobre “ter razão ou ser feliz?” (e num momento no qual eu estava estressada com algumas situações do cotidiano, e precisava parar e me perguntar “eu prefiro ser feliz ou ter razão?”), e quis compartilhar aqui no blog, para quem sabe fazer alguém se questionar sobre o que prefere.

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O homem que nunca se irritava

Em uma cidadezinha vivia um homem que nunca se irritava nem discutia com ninguém. Ele morava em uma modesta pensão, onde era querido e admirado por todos, justamente por sempre encontrar uma saída cordial para não se aborrecer com as pessoas.

Para testá-lo, um dia seus amigos combinaram armar uma situação que, certamente, o levaria à irritação. Convidaram-no para um jantar e trataram todos os detalhes com a garçonete, que seria a responsável por atender à mesa reservada para a ocasião.

Assim que iniciou o jantar, como entrada, foi servida uma saborosa sopa. A garçonete se aproximou do homem, pela esquerda, e ele prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele, calmamente e em silêncio, esperou que a moça voltasse. Quando ela se aproximou, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez o seu na direção da funcionária, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou a seu lado, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando o saboroso aroma. E, como havia terminado sua tarefa, voltou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam, discretamente,para ver sua reação.

Para surpresa dos amigos, o homem, educadamente, chamou a garçonete que se voltou, fingindo impaciência, e lhe disse: “O que o senhor quer?“ Ao que ele, naturalmente,respondeu: ” senhora não me serviu a sopa”. E ela, para provocá-lo, retrucou: “Servi, sim senhor!” Ele então olhou para a garçonete e em seguida contemplou o prato vazio e limpo, ficando pensativo por alguns instantes…

Todos apostaram que agora ele iria brigar… Suspense e silêncio total. Mas o homem, mais uma vez, surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: “É verdade, a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!”

Moral Da História: Na maioria das vezes, não importa quem está com a razão. O fundamental é evitar discussões desgastantes e improdutivas. Muitas brigas surgem motivadas por coisas insignificantes, que se avolumam e inflamam com o calor da discussão. Pense nisso: a pessoa que se irrita aspira o ar tóxico que exterioriza e envenena a si mesma.

Infelizmente não sei o autor desse texto.

Fonte: baú de sentimentos

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