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Casamento na igreja

Oi, pessoal!
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Maio é conhecido como mês das noivas, e infelizmente passou voando. E só agora percebi que o mês passou e eu acabei por não fazer nenhuma postagem relacionada ao tema noivas. [Que dó!]
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Mas como estamos em junho,e este também é um mês de muito amor e expectativas [mês dos namorados], resolvi compartilhar parte de um texto da Martha Medeiros sobre o casamento na igreja. 
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[Ainda não casei nem no civil, mas adoro tudo relacionado ao tema. Confesso que sou uma romântica que ainda acredita totalmente no casamento].
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Vale a pena ler.
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CASAMENTO NA IGREJA
 
Tem gente que acha careta, tem gente que acha um luxo. A verdade é que ninguém é indiferente a uma cerimônia de casamento realizada na igreja, com direito a tapete vermelho, marcha nupcial, véu e grinalda. A maioria das garotas sonha com esse momento, o de ser entregue ao noivo pelas mãos do pai e de vestido branco, mesmo que essa simbologia tenha perdido o significado. 
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Os futuros cônjuges podem estar dividindo o mesmo teto há meses e até ter um filhinho, quem se importa? A verdade é que casamento na igreja é um rito de passagem, um momento de bênção e de satisfação à família, aos amigos e à sociedade. O amor pode prescindir desse ritual todo, mas um pouco de pompa e circunstância não faz mal a ninguém.
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Já que o casal optou pelo sacramento do matrimônio e quer fazê-lo diante de Deus, o mais seguro é não inovar. Nada de entrar na igreja sob os acordes da trilha sonora do Titanic, casar de vermelho e decorar a igreja com cactus. Você não está numa passarela do Dolce & Gabanna, está na capelinha da sua paróquia: Mendelssohn, velas, copos-de-leite e uma boa Ave-Maria na saída, quer coisa mais chique e inatacável?
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Se eu tivesse casado na igreja seria a mais convencional das noivas. Só uma coisa eu tentaria mudar, ainda que levasse um sonoro não: o sermão do padre. “Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até os fins dos seus dias?” Nossa, não é tempo demais? Bonito, mas dramático. Os noivos saem da igreja com uma argola de ouro no dedo e uma bola de chumbo nos pés. Seria mais alegre e romântico um discurso assim:
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Ela: “Prometo nunca sair da cama sem antes dar bom-dia, deixar você ver os jogos de futebol na tevê sem reclamar, ter paciência para ouvir você falar dos problemas do escritório, ter arroz e feijão todo dia no cardápio, acompanhar você nas caminhadas matinais de sábado, deixá-lo em silêncio quando estiver de mau humor, dançar só pra você, fazer massagens quando você estiver cansado, rir das suas piadas, apoiá-lo nas suas decisões e tirar o batom antes ser beijada”.
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Ele: “Prometo deixar você sentar na janelinha do avião, emprestar aquele blusão que você adora, não reclamar quando você ficar quarenta minutos no telefone com uma amiga, provar a comida tailandesa que você preparou, abrir um champanhe no final de tarde de domingo, assistir junto o capítulo final da novela, ouvir seus argumentos, respeitar sua sensibilidade, não ter vergonha de chorar na sua frente, dividir vitórias e derrotas e passar todos os Natais do seu lado”.
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Sim, sim, sim!!!
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Martha Medeiros
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Perdoando

Oi, pessoal!
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Com o passar dos anos, nos tornamos mais exigentes, nossas manias se acentuam, mas também, como o passar dos anos amadurecemos e entendemos que erros podem ocorrer [só não podem ocorrer repetidamente, pois acaba se tornando um hábito].
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Entendemos que não podemos exigir que o outro seja 100% do jeitinho que achamos melhor [pois quem disse que o que acho melhor realmente é o melhor. E será que eu sou o melhor na ideia da outra pessoa?! Creio que não!]
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No relacionamento amoroso, seja no namoro ou no casamento, é comum surgirem alguns erros, e não sabermos se devemos pedir perdão e/ou perdoarmos.
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Quem erra fica com receio de ser rejeitado, e quem sofre com o erro fica com receio de que seja cometido outras vezes. Não é mesmo?!
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Eu li o textinho abaixo, em algum lugar faz bastante tempo, e gostei :
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O que é mais importante : Perdoar ou pedir perdão ?
Quem pede perdão mostra que ainda crê no amor.
Quem perdoa mostra que ainda existe amor para quem crê.
Mas não importa saber qual das duas coisas é mais importante.
É sempre importante saber que:
Perdoar é o modo mais sublime de crescer.
E pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar.
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Temperamentos e afinidades do casal

Oi, pessoal!
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Essa semana estava conversando com uma amiga e um dos assuntos que abordamos foi relacionamento.
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Ela tem um marido bem parecido com ela, e meu atual namorado é bem diferente de mim. Mas ambos temos momentos muito bons e momentos ruins também [não vou fingir que a vida é um mar de rosas].
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Na minha humilde opinião, acho que é raro ou inexistente aquele casal mega perfeito, com dias mega perfeitos, até porque é inevitável sermos afetados por estresse no trabalho, TPM, contas, problemas aleatórios…  e até o casal mais açucarado de filme romântico azedaria um pouquinho.
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Então, hoje o texto escolhido, da Martha Medeiros, falará se para um relacionamento dar certo é melhor que o casal seja o oposto, igual ou outra coisa.
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TEMPERAMENTOS E AFINIDADES
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O que é melhor para o relacionamento de um casal: que eles sejam iguais ou diferentes?
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Alguns apostam nos casais siameses: os dois corintianos, os dois petistas, os dois fumantes. Já outros preferem o antagonismo: ele Corinthians, ela Palmeiras; ele PT, ela PMDB; ele fumante, ela presidente da Associação de Combate ao Câncer de Pulmão.
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Cada casal tem sua fórmula para dar certo, mas um pouco de equilíbrio ajuda a manter a estabilidade. O melhor parceiro é aquele que é bem diferente de nós e ao mesmo tempo muito parecido. Como? Diferente no temperamento, mas com mil afinidades.
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Dois calmos vão pegar no sono muito rápido. Dois gulosos vão passar muito tempo no supermercado. Dois sedentários vão emburrecer na frente da tevê. Dois avarentos nunca terão um champanhe dentro da geladeira. Dois falantes jamais vão escutar um ao outro.
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Temperamentos iguais se neutralizam. Temperamentos opostos é que provocam faísca. Ele é super responsável, paga as contas em dia e jamais ficou sem combustível. Ela, ao contrário, é zen. Sua música preferida é um mantra. Não sabe que dia é hoje, mas tem certeza que é abril. Brigas à vista? Que nada. Ela o acalma, ele a acelera, e os dois inventam o próprio ritmo. O que importa é que avançam na mesma direção.
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Quando o projeto de vida é antagônico, aí é que a coisa complica. Ele adora o campo, odeia produtos industrializados e não perde o Globo Rural. Ela almoça e janta hamburger, tem horror a qualquer ser vivo com mais de duas patas e raspou suas economias para ver o show dos Rolling Stones em São Paulo, sua cidade modelo.
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Ele odeia a instituição chamada família. Ela, ao contrário, não abre mão das macarronadas dominicais na casa da mãe. Ele não sobe num avião nem sob decreto, ela sonha em dar a volta ao mundo. Ele quer ter quatro filhos, ela ligou as trompas quando fez 18 anos.
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Ele é ativista político, faz doações para o partido e participa de sindicatos. Ela vota em quem estiver liderando nas pesquisas. Ele não admite televisão em casa, ela não admite menos de três: uma na sala, outra no quarto e uma de dez polegadas na cozinha. Pode dar certo? Pode, mas alguém vai ter que abrir mão dos seus sonhos.
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Temperamentos diferentes provocam discussões contornáveis. Já a falta de afinidades pode reduzir um dos dois a mero coadjuvante da vida do outro. Alguém vai ter que ceder muito, e se não tiver talento para a submissão, vai sofrer.
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Logo, não importa se ele chega sempre atrasado e você é a rainha da pontualidade, desde que ambos tenham a mesma visão de mundo e os mesmos valores. Esse é o prato principal de todo relacionamento. O resto é tempero.
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Martha Medeiros

 

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Aprendendo a amadurecer

Oi, pessoal!
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Hoje começo o post com uma verdade: Amadurecer não é fácil. E por isso trago algumas dicas para nos ajudar a amadurecer, ao menos um pouco.
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Normalmente, com o passar do tempo, a gente contrai manias [muitas manias!], e formas próprias para lidar com as situações cotidianas. E acreditamos que estamos fazendo o certo, até que iniciam as discussões com as pessoas mais próximas (pais, irmãos, amigos, namorado…). Afinal, cada um é um “planeta próprio”.
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Quando as brigas começam, significa que algo não está muito certo, e precisamos parar e pensar numa solução.
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Como hoje é sábado e amanhã domingo [Jura?! Dãã! Descobri a pólvora!], dias de ficarmos com quem amamos (e sem a desculpa do estresse do trabalho), nada como ver rapidamente o que estamos fazendo de errado para corrigirmos o quanto antes.
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Abaixo estão dicas para nos ajudar a amadurecer um pouco:
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Brigar, gritar, impor ideias, nem de longe significa ter um Eu forte, mas, sim, frágil. Falar o quem vem à mente, dizer sempre a verdade, nem sempre é a expressão de um Eu maduro, mas, sim, de quem não tem autocontrole. Um Eu forte e maduro aquieta sua ansiedade, protege quem ama, pede desculpas sem medo, aponta primeiro o dedo para si antes de falar dos erros do outro, repensa sua historia, exige menos e se doa mais, não tem a necessidade neurótica de mudar quem está a seu redor, conhece, portanto, todas as letras do alfabeto do amor inteligente. 
Augusto Cury
Foto do trechinho lido acima
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Quando percebemos nossos defeitos e estamos dispostos a minimizá-los, tudo tende a melhorar.
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Então, vamos fazer desse final de semana um dos melhores?

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Sentir-se amada

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Oi, pessoal!
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A publicação de hoje será um texto de Martha Medeiros, que nos mostra que sentir-se amado vai muito além do que apenas ouvir  a frase “Eu te amo”.

Assim poderemos entender melhor e até mesmo corrigir algum ponto no nosso relacionamento [seja relacionamento amoroso, familiar e fraterno]

Espero que gostem! 🙂
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Sentir-se amado 

 

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. 
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Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. 
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Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. 
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A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? 
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Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. 
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Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. “Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho”. 
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Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. “Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato.” 
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Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. 
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Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. 
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Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. 
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Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. 
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Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.
 
Martha Medeiros
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