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Estresse: O mal do século

Oi, pessoal!
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Essa semana, saiu na imprensa internacional, fotos da atriz Kristen Stewart (a eterna Bella da saga Crepúsculo) com falhas no cabelo, durante as gravações de um novo filme, e que é provável que o motivo da queda dos cabelos seja o estresse.
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Aproveitando essa notícia, o post de hoje falará sobre o estresse, que vem afetando pessoas de todas as idades, e que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI.
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Com certeza você já falou ou já ouviu alguém falar que está com estresse, ou estressado [eu falo sempre!]. No entanto, falar de estresse todo mundo fala – mas pouca gente sabe o que, de fato, é esse mal. As pessoas usam essa palavra para dizer que o dia foi corrido, com um monte de coisas para fazer, mas isso não necessariamente gera sinais de estresse.
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Saiba que:
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O estresse é uma defesa natural que nos ajuda a sobreviver desde os primórdios da existência humana.
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E o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo.
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No entanto, o estresse do mundo moderno é  resultado do acúmulo de pequenos problemas que se repetem todos os dias, que provocam um discreto e constante aumento da pressão arterial e do número dos batimentos cardíacos que, sem dúvida, trazem consequências ruins para o organismo.
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Atenção:
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Ninguém adoece, devido ao estresse, de um dia para o outro . O próprio corpo nos envia alguns sinais avisando que as coisas não vão bem.
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Confira alguns dos sinais que podem indicar estresse:
  • sensação de desgaste constante
  • alteração de sono (dormir demais ou pouco)
  • tensão muscular
  • formigamento (na face ou nas mãos, por exemplo)
  • problemas de pele
  • hipertensão
  • mudança de apetite
  • alterações de humor
  • perda de interesse pelas coisas
  • problemas de atenção, concentração e memória
  • ansiedade
  • depressão
Conselhos para prevenir o estresse:
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Identificar a causa: O primeiro passo é identificar a causa do estresse e verificar se é possível afastá-la.
Se não for, é preciso criar estratégias para resolvê-la. Às vezes, a solução encontrada não é a ideal, mas é a que se pode pôr em prática naquele momento.
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Ter horas de sono e lazer:  Horas de sono e de lazer para reduzir os níveis constantes de adrenalina também são boa medida profilática.
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Praticar Atividade física: A atividade física, mas sem cobrança de desempenho perfeito, é fundamental nesse processo.
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A atividade física ajuda a neutralizar a ação dos neurotransmissores que são liberados pelo estresse, porque nosso organismo tem uma fábrica excelente de endorfina. Se fizermos exercícios, quaisquer que sejam eles, por mais de 20 minutos, o nível de endorfina, principalmente no cérebro, aumenta e isso proporciona uma sensação de bem-estar.
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Ter Hobbies: Curtir alguns hobbies ajuda muito, desde que não estejam relacionados com o trabalho do dia a dia. Se sou médica, vou me distrair fazendo crochê, tricô ou pintura para meu cérebro descansar nesse período.
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Não se auto medicar: Acima de tudo, a pessoa não deve automedicar-se. Incluindo nisso o álcool que anestesia, os tranquilizantes e os analgésicos. Se a pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse sozinha, deve procurar ajuda profissional.
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Fonte:
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