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Reflexão, Vídeo

Importante mesmo é o meio!

Oi, pessoal!

Sabe  quando você lê um livro e fica com vontade de compartilhar o que leu com outras pessoas, porque ele mexeu tanto com você que não seria justo deixar essa informação guardada?

Então, quero compartilhar a crônica ” O que acontece no meio ” , que está nas páginas 100/101 do livro “Felicidade Crônica”, da jornalista e escritora  Martha Medeiros.

Espero que gostem desse tipo de vídeo porque sempre quando eu ler alguma coisa que me chame atenção eu posso compartilhar com vocês.

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O QUE ACONTECE NO MEIO

Vida é o que existe entre o nascimento e a morte. O que acontece no meio é o que importa.

No meio, a gente descobre que sexo sem amor também vale a pena, mas é ginástica, não tem transcendência nenhuma. Que tudo o que faz você voltar para casa de mãos abanando (sem uma emoção, um conhecimento, uma surpresa, uma paz, uma ideia) foi perda de tempo. Que a primeira metade da vida é muito boa, mas da metade para o fim pode ser ainda melhor, se a gente aprendeu alguma coisa com os tropeços lá do início. Que o pensamento é uma aventura sem igual. Que é preciso abrir a nossa caixa preta de vez em quando, apesar do medo do que vamos encontrar lá dentro. Que maduro é aquele que mata no peito as vertigens e os espantos.

No meio, a gente descobre que sofremos mais com as coisas que imaginamos que estejam acontecendo do que com as que acontecem de fato. Que amar é lapidação, e não destruição. Que certos riscos compensam – o difícil é saber previamente quais. Que subir na vida é algo para se fazer sem pressa. Que é preciso dar uma colher de chá para o acaso. Que tudo que é muito rápido pode ser bem frustrante. Que Veneza, Mykonos, Bali e Patagônia são lugares excitantes, mas que incrível mesmo é se sentir feliz dentro da própria casa. Que a vontade é quase sempre mais forte que a razão. Quase? Ora, é sempre mais forte.

No meio, a gente descobre que reconhecer um problema é o primeiro passo para resolvê-lo. Que é muito narcisista ficar se consumindo consigo próprio. Que todas as escolhas geram dúvidas – todas. Que depois de lutar pelo direito de ser diferente, chega a bendita hora de se permitir a indiferença. Que adultos se divertem muito mais do que os adolescentes. Que uma perda, qualquer perda, é um aperitivo da morte – mas não é a morte, que essa só acontece no fim, e ainda estamos falando do meio.

No meio, a gente descobre que precisa guardar a senha não apenas do cartão do banco, mas a senha que nos revela a nós mesmos. Que passar pela vida à toa é um desperdício imperdoável. Que as mesmas coisas que nos exibem também nos escondem (escrever, por exemplo). Que tocar na dor do outro exige delicadeza. Que ser feliz pode ser uma decisão, não apenas uma contingência. Que não é preciso se estressar tanto em busca do orgasmo, há outras coisas que também levam ao clímax: um poema, um gol, um show, um beijo.

No meio, a gente descobre que fazer a coisa certa é sempre um ato revolucionário. Que é mais produtivo agir do que reagir. Que a vida não oferece opção: ou você segue, ou você segue. Que a pior maneira de avaliar a si mesmo é se comparando com os demais. Que a verdadeira paz é aquela que nasce da verdade. E que harmonizar o que pensamos, sentimos e fazemos é um desafio que leva uma vida toda, esse meio todo.

Martha Medeiros

4 de dezembro de 2011

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Reflexão

A morte, a vida e o amor

Oi, pessoal!

Que tal refletirmos sobre a morte, a vida e o amor, aproveitando o clima de romance que o mês de junho nos traz?!

Dias dos namorados chegando, e me deparo com essas imagens comoventes, que nos faz pensar o quanto é importante aproveitarmos cada momento ao lado de quem amamos.

Um fotógrafo chinês compartilhou uma série de fotos de seu avô emocionantes, antes e depois da morte da esposa do idoso.

Refletindo sobre essa série de fotos, lembrei imediatamente da frase “A vida não passa de uma oportunidade de encontro; só depois da morte se dá a junção; os corpos apenas têm o abraço, as almas têm o enlace” do escritor francês Victor Hugo.

A morte é realmente algo tão triste, pois com ela vem a percepção de não se ter realmente vivido, de não ter aproveitado as oportunidades, de não ter sorrido mais, de não ter dito o quanto ama as pessoas queridas, de não ter se permitido ser.

E a morte é algo tão triste, quase que uma piada de mal gosto, pois mesmo que você tenha realmente vivido e amado, a falta da pessoa amada deixa um imenso vazio, uma solidão constante.

Mas é melhor ter vivido a experiência de ter um grande amor por um tempo, ou por muito tempo, do que nunca ter amado. Afinal, a morte não é um adeus, mas sim um até breve.

Vale a pena conferir as fotos emocionantes e refletir:

Para refletir sobre a morte, a vida e o amor!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Para refletir!

Não deixe para dizer “eu te amo” amanhã. Não deixe para abraçar amanhã. Faça hoje!

Aproveite enquanto há vida!

Fonte: Gadoo

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Reflexão

Cultura do Estupro: Chega!

Oi, pessoal!

Vamos falar sobre essa absurda Cultura do Estupro. Infelizmente o assunto que vamos tratar hoje não é divertido, mas é importante conversarmos sobre ele.

Antes, vamos responder o que é a cultura do estrupo: O termo cultura do estupro surgiu na década de 70 por feministas americanas e é utilizado para descrever um ambiente no qual o estupro é predominante e no qual a violência sexual contra as mulheres é normalizada na mídia e na cultura popular. 

Para quem não soube, uma adolescente no Rio de Janeiro foi estuprada por aproximadamente 33 homens, e o caso foi descoberto pois um dos possíveis agressores  postou na internet vídeo e fotos sobre esse fato absurdo.

Não é conversa fiada de feminista que quer se fazer de vitima e transformar os homens em vilões, a violência sexual é um medo real e pelo qual praticamente toda mulher sente ou já sentiu em algum momento da sua vida.

E esse medo surge em situações corriqueiras, como andar sozinha (durante o dia ou a noite) ou passar por rua pouco iluminada. E o medo não é de estar fazendo algo sozinha ou com outras mulheres, mas é o medo de que algum homem ou homens possam fazer quando há encontrar numa situação assim.

É importante comentar que esse é um temor que os homens não possuem, e por que será? Simples, as mulheres são vistas como inferior.

Quando os homens machistas vão entender que mulher não é objeto; que mulher não é um ser inferior; que mulher não devia viver com medo dos homens ? Essas perguntas apenas nos mostram o quanto a cultura do estupro é algo concreto e as mulheres são as maiores vítimas.

Nós não queremos privilégios, queremos apenas que a Constituição Federal seja respeitada quando diz que “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações”.

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição 

respeito . contra a cultura do estupro

Resumindo: Respeitar o “diferente”… Respeitar mesmo não concordando… Respeitar sem julgar… Respeitar por amor… Respeitar e ponto! Quando todos se respeitarem , viver sem medo será possível.

UPDATE: Para entender sobre o assunto, leia o artigo “6 coisas que você precisa entender sobre a cultura do estupro” no site da Revista Galileu.

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