Variedades
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| Imagem Google |
Se você está solteira atualmente, não precisa se estressar com cada loja abarrotada de fofurices e nem com casalzinho “tchucotchuco” que você encontra, pois quando você estiver namorando também ficará feliz com essa data cheia de frufrus e amor [confesso que eu adoro!], e além disso, a comemoração da data termina hoje [Viu, tudo tem um lado bom!].
Mas, sejamos sinceras, o dia dos namorados é uma data ótima, por mais comercial que seja, ela força os casais a saírem da rotina, mas pena que caiu em pleno meio de semana. Pensando aqui com os meus botões, bem que essa data que poderia ser alterada, poderia ser parecida com o dia das mães ou dos pais – que é num domingo específico – poderiam colocar o dia dos namorados para um sábado especifico. Já pensou?! Sonhar não custa nada!
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Os futuros cônjuges podem estar dividindo o mesmo teto há meses e até ter um filhinho, quem se importa? A verdade é que casamento na igreja é um rito de passagem, um momento de bênção e de satisfação à família, aos amigos e à sociedade. O amor pode prescindir desse ritual todo, mas um pouco de pompa e circunstância não faz mal a ninguém.
Junho, o mês dos namorados, chegou… e junto chegou também a corrida para conseguir transformar o ficante/ peguete / rolo/ caso em namorado (a).
E é certo que as redes sociais ficarão mais melosas durante esse mês, lotadas de mensagens de amor e compartilhamentos de fotos fofas de casais. Não estou falando mal ou bem sobre a data, só comentando algo que acontece todo ano nas redes sociais. E é nesse mês que a frase abaixo faz mais sentido do que nunca:
“Muita gente falando de amor, e pouca gente sabendo amar.”
É legal existir datas comemorativas, pois a nossa vida anda tão-tão-tão atribulada que muitas vezes esquecemos de presentear e/ou passar o dia com quem amamos.
Mas será que só isso basta para dizer que sabemos amar? Algumas datas? Creio que não! Se realmente amássemos uns aos outros, o amor incondicional e puro, esse nosso mundinho seria um lugar muito melhor para se viver.
Quando éramos crianças nascemos sabendo amar de verdade, com o coração e não por interesse ou obrigação. Quando crescemos precisamos reaprender a amar, pois, como disse Gandhi, “o amor é a força mais sutil do mundo”.






