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saúde

Música

Ouvir música faz bem para mente e corpo!

Oi, pessoal!
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No post de hoje vamos falar um pouquinho sobre música e o quão bem ela nos faz.
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Quem nunca se sentiu mais animado depois que começou a tocar sua música preferida? Ou colocou uma musiquinha mais calma só para relaxar depois de um dia estressante? Pois é, dá pra percebermos com dois simples exemplos, que a música nos faz bem e de formas diferentes.
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E para gostarmos mais ainda de ouvir música, saiu na Folha de São Paulo uma matéria que afirma que ouvir música faz bem também ao coração. (!!)
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Ainda segundo a publicação: “Quando ouvimos alguma música que apreciamos, nosso cérebro produz endorfina e isso ajuda nossa circulação. Não há um tipo de música que seja ‘melhor’. O que importa é que a pessoa goste da música e ela a deixe feliz.”
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Curiosidade: Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. (!!)
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Músicas que eu gosto: Eu , particularmente, prefiro as que já são um pouco antigas, as que fizeram parte da minha adolescência [ Muitas vezes nem percebo que as músicas que ouço já tem mais de 10 ou 15 anos! Ah, e escrevendo esse post percebi que não sei o nome das bandas novas! ] .
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Assumo que meu gosto é uma mistura tremenda (ouço clássica, mpb, bossa, pop, eletrônica, rock, nacional e internacional).

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Vamos ouvir algumas musiquinhas para animar o fim de semana?! :
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Show das Poderosas na versão bossa nova:

Clarice Falcão:
Pedro Mariano:

Variedades

Sim, depressão em animais existe!

Oi, pessoal!
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Hoje o post será dedicado a saúde, mas não a nossa,  e sim a dos nossos bichinhos de estimação.
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Você sabia que a depressão é um mal que não afeta somente os humanos? 
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Isso mesmo! Os animais, principalmente cães e gatos, também podem sofrer com esta doença [Confesso que eu não sabia disso].
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Google Imagens
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Resolvi abordar o tema Depressão em animais, pois tenho dois gatinhos, ou melhor, tinha. Perdi um dos meus bichinhos essa semana [agora ele está se divertindo no céu dos animais];  e a que “sobrou” está muito triste, diminuiu o ritmo das brincadeiras, dorme mais do que o normal, e mia o tempo todo (principalmente durante a noite).
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Preocupada com a minha gata, pesquisei sobre o problema e descobri que os bichinhos tem seu período de luto e que podem desenvolver uma depressão, e por isso temos que ficar atentos.
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Na pesquisa que fiz, descobri que assim como em humanos, fatores dos mais variados levam a depressão em animais domesticados, como por exemplo:

♦ Perda de um humano amado ou de uma companhia animal; 

♦ Introdução de um novo indivíduo sendo da mesma espécie ou não;

♦ Mudança de ambiente ou mesmo de rotina subitamente; 

♦ Solidão.

E cada animal responde de uma maneira diferente, então é necessário ficar atento a alguns sinais mais comuns, como:

♦ Isolamento;

♦ Agressividade;

♦ Parar ou diminuir o consumo de ração;

♦ Não brincar;

♦ Miado excessivo.

Atenção: Diferença entre cães e gatos (independência)
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É comum não repararmos imediatamente na mudança de comportamento dos felinos, pois diferentemente dos caninos, os felinos, naturalmente, precisam menos dos seus donos por serem animais independentes, mas apresentam depressão e sinais clínicos semelhantes aos do cão.
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Google Imagens
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Depressão é coisa séria! : Sem tratamento, a depressão contínua pode comprometer o sistema imunológico do seu bichinho, levando a sérios problemas de saúde. 
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Mesmo que alguns só precisem de um pouco mais de atenção para melhorarem, outros podem precisar de cuidados clínicos mais específicos para se recuperarem da depressão.
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Então, antes de adotarem ou comprarem um bichinho de estimação, tenham em mente de que eles precisam de amor, espaço e de cuidados.
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E se seu bichinho estiver triste, dedique um pouco do seu tempo para brincar e dar mais atenção à ele.
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Fonte:
Id Med Pet
Cat Lovers
Variedades

Estresse: O mal do século

Oi, pessoal!
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Essa semana, saiu na imprensa internacional, fotos da atriz Kristen Stewart (a eterna Bella da saga Crepúsculo) com falhas no cabelo, durante as gravações de um novo filme, e que é provável que o motivo da queda dos cabelos seja o estresse.
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Aproveitando essa notícia, o post de hoje falará sobre o estresse, que vem afetando pessoas de todas as idades, e que vem sendo caracterizado como a doença do século XXI.
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Com certeza você já falou ou já ouviu alguém falar que está com estresse, ou estressado [eu falo sempre!]. No entanto, falar de estresse todo mundo fala – mas pouca gente sabe o que, de fato, é esse mal. As pessoas usam essa palavra para dizer que o dia foi corrido, com um monte de coisas para fazer, mas isso não necessariamente gera sinais de estresse.
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Saiba que:
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O estresse é uma defesa natural que nos ajuda a sobreviver desde os primórdios da existência humana.
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E o estresse fisiológico, sem sobrecargas, pode contribuir de forma saudável para o crescimento e o desenvolvimento dos nossos ossos, músculos, cérebro e demais partes do corpo.
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No entanto, o estresse do mundo moderno é  resultado do acúmulo de pequenos problemas que se repetem todos os dias, que provocam um discreto e constante aumento da pressão arterial e do número dos batimentos cardíacos que, sem dúvida, trazem consequências ruins para o organismo.
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Atenção:
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Ninguém adoece, devido ao estresse, de um dia para o outro . O próprio corpo nos envia alguns sinais avisando que as coisas não vão bem.
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Confira alguns dos sinais que podem indicar estresse:
  • sensação de desgaste constante
  • alteração de sono (dormir demais ou pouco)
  • tensão muscular
  • formigamento (na face ou nas mãos, por exemplo)
  • problemas de pele
  • hipertensão
  • mudança de apetite
  • alterações de humor
  • perda de interesse pelas coisas
  • problemas de atenção, concentração e memória
  • ansiedade
  • depressão
Conselhos para prevenir o estresse:
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Identificar a causa: O primeiro passo é identificar a causa do estresse e verificar se é possível afastá-la.
Se não for, é preciso criar estratégias para resolvê-la. Às vezes, a solução encontrada não é a ideal, mas é a que se pode pôr em prática naquele momento.
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Ter horas de sono e lazer:  Horas de sono e de lazer para reduzir os níveis constantes de adrenalina também são boa medida profilática.
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Praticar Atividade física: A atividade física, mas sem cobrança de desempenho perfeito, é fundamental nesse processo.
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A atividade física ajuda a neutralizar a ação dos neurotransmissores que são liberados pelo estresse, porque nosso organismo tem uma fábrica excelente de endorfina. Se fizermos exercícios, quaisquer que sejam eles, por mais de 20 minutos, o nível de endorfina, principalmente no cérebro, aumenta e isso proporciona uma sensação de bem-estar.
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Ter Hobbies: Curtir alguns hobbies ajuda muito, desde que não estejam relacionados com o trabalho do dia a dia. Se sou médica, vou me distrair fazendo crochê, tricô ou pintura para meu cérebro descansar nesse período.
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Não se auto medicar: Acima de tudo, a pessoa não deve automedicar-se. Incluindo nisso o álcool que anestesia, os tranquilizantes e os analgésicos. Se a pessoa não conseguir controlar os níveis de estresse sozinha, deve procurar ajuda profissional.
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Fonte:
Pele

Inverno com protetor solar, sim!

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Oi, pessoal!
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Engana-se quem acha que no inverno não precisa usar protetor solar.  Pois, no inverno, mesmo ocorrendo a diminuição dos raios UVB, os raios UVA continuam penetrando na pele, podendo causar problemas como lesões pré-maligna, envelhecimento, perda da elasticidade, manchas na pele e rugas finas. (!!)
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E o uso correto do protetor solar (ou filtro solar)  ajuda a proteger a pele dos raios ultravioletas do sol, reduzindo os danos causados (já listados acima), além de diminuir o risco de câncer de pele.
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Escolhendo o protetor: 
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O tipo de protetor solar deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele: cremes e loções para peles secas; gel e loções oil-free para peles oleosas; já para as peles normais qualquer um deles pode ser usado.
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Aplicando corretamente o protetor:
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O produto deve ser espalhado de maneira uniforme por toda a pele de 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas (e depois de cada mergulho ou suor excessivo).
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De acordo com estudos da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o recomendado é usar 2 mg/cm2, ou seja: 1 colher de chá para o rosto e pescoço, 1 colher de sopa para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás, 1 colher de sopa para ambos os braços e a mesma medida para proteger as pernas e os pés.
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Os protetores em spray são mais difíceis de dosar, por isso a regra é borrifá-los sobre a pele até que o corpo fique inteiramente coberto com o líquido.
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Esclarecendo: O mesmo filtro solar usado no corpo serve para o rosto?
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De modo geral, sim. Mas os produtos para o corpo costumam ser mais densos e podem causar acne nas peles oleosas.
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Para o rosto, escolha fórmulas com textura em gel, sérum, loções e cremes com toque seco, que também controlam o excesso de oleosidade. E em casos de exposição prolongada e prática de esportes, prefira os cremosos, pois os fluidos não têm tanta resistência à água e ao vento.
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Aproveite bem o inverno e com saúde!
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Informação obtida dos sites:
Causos

“Causos” : Descobrindo a importância da água

Oi, pessoal!
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Se não bastasse ficar afastada do blog e das outras redes sociais devido ao meu querido computador ter dado tilti [e não havia técnico que descobrisse o real problema], essa semana fui parar na emergência do hospital sentindo fortes dores na região da lombar. Sim! Eram os rins, dando o “ar da graça”!
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Depois de sentir muita dor, receber 2 injeções, remédios na veia e continuar sentindo dor, comecei a dar mais valor a algo tão simples.. A água!
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Resolvi escrever esse post pois percebi que além de mim, outras pessoas não bebem água com frequência, seja por não gostar ou apenas por falta de costume.
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Se repararmos bem não é comum vermos na escola, na faculdade ou no trabalho pessoas com garrafinha de água.
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E com certeza você já deve ter ouvido alguém falar que está com problemas no rim, ou que está com dor de rim.
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Os sintomas de problemas no rim podem variar de acordo com a doença. Sentir dores nas costas é bem comum quando há problema nos rins, mas é preciso ir ao médico para que ele faça o diagnóstico correto. Alguns problemas comuns e mais conhecidos no rim são: obstrução urinária, infecção urinária e cálculo renal. 
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Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 12 milhões de brasileiros sofrem de algum desses males.
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A infecção urinária, é a infecção bacteriana mais comum no ser humano, e é mais comum, principalmente, entre as mulheres.
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Outro problema de rim bastante conhecido, é o cálculo renal. O acúmulo pedras no rim causa geralmente muita dor e desconforto. E os homens são o maior grupo de risco: três para cada mulher.
Embora sejam pequenos, os rins são extremamente importantes para o funcionamento do corpo e para a saúde.
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A principal dica para manter os rins saudáveis por mais tempo é beber de 2 a 3 litros de água por dia.
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Mas a alimentação também é muito importante. Sendo essencial para preservar a saúde dos rins evitar o excesso de sal, proteína e açúcar. 
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Então, vamos cuidar mais um pouquinho do nosso corpitcho, e evitar as dores horrorosas que eu senti essa semana.
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Beber água é fundamental.
 

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